A case for UNI, contado em dez gráficos. Um vasto mercado endereçável e uma superfície de produto em expansão, e um token que, por ora, captura apenas uma fatia mínima. Todo o case cabe em um número: quanto da base de fees chega ao token.
De um oceano de quadrilhões
O funil abrange oito ordens de grandeza: a liquidação de ativos financeiros do mundo roda a ~$3.000T por ano, o fluxo spot on-chain endereçável a ~$5-6T hoje, o volume anualizado da Uniswap a ~$0,88T, as fees brutas a ~$0,88B (~0,10%), e apenas ~$45M chega ao token após um corte de ~5%. Desde a UNIfication um buyback-and-burn permanente finalmente conecta o token a esse crescimento, mas um spot AMM paga seus LPs primeiro, então apenas ~3-7% das fees chegam ao token contra ~98% na Hyperliquid. Esse último filtro, quanto chega ao token, domina todos os outros, e elevar a fatia é toda a questão de investimento.
Principais conclusões
- O volume spot em 30 dias é de ~$73B e as fees anualizadas são de ~$0,9B (~US$0,6-1,05B em 11 redes), mas apenas ~5% chega ao token.
- O volume acumulado cresceu ~70x enquanto o TVL atingiu o pico de $10,5B (dez/2021) e oscilou, já que a liquidez concentrada desacoplou atividade do capital bloqueado.
- O FDV/market cap está em 1,4x, sem overhang de unlock e sem cliffs de vesting.
